Esta série nasce de memórias familiares e afetivas ligadas ao Alentejo, particularmente à vila de Fronteira, terra dos meus ascendentes.
Cada obra evoca um fragmento da vida rural alentejana — desde os rostos anónimos do campo até às praças e paisagens que moldaram a identidade da região.
São imagens que resgatam a simplicidade e a dignidade do trabalho, os gestos quotidianos e os espaços que marcaram uma geração.
Mais do que um registo documental, estas pinturas são um reencontro emocional com as raízes e com a herança de quem me antecedeu.
Praça do Município, Fronteira
Óleo sobre tela (2025)
50 x 60 cm
Corticeiro
Óleo sobre tela (2025)
70 x 60 cm
Agricultor
Óleo sobre tela (2023)
50 x 60 cm
A conversa
Óleo sobre tela (2025)
50 x 70 cm